É algo decorrente em todo o território brasileiro e ficou mais nítido ainda nos últimos anos. Mas para analisar vamos usar uma cidade em particular.Brasília, capital federal. Centro do funcionalismo público, talvez seja a cidade com maior número de servidores do governo "Estadual" e do governo federal por metro quadrado.
Ano após ano são lançados editais de processos seletivos para diversos órgãos do governo que são fortemente concorridos por milhares de concurseiros de Brasília e de todo país.
Geralmente nas provas é cobrada algumas noções de direito, seja constitucional, econômico entre tantos outros, o que faz com que muitos estudantes busquem as dezenas de faculdades de Direito espalhadas pela cidade.
É simples instituir esse curso, basta apenas divulgar a necessidade de professores, ter salas de aula e alguns poucos equipamentos para estudo. Um custo muito menor, por exemplo, para montar um curso de fisioterapia.
Logo, o curso de Direito na capital do Brasil se tornou apenas uma passagem para o funcionalismo público. Órgãos como a Polícia Federal exigem o diploma em Direito para o processo seletivo de Delegado, o que atrai e muito os concurseiros, principalmente pela remuneração oferecida.
Mas e os que não passam?Um caminho é a advocacia. Uma profissão antiga e nobre, mas muito incerta.
Mas o que realmente assusta é que, sobram advogados, juristas, consultores jurídicos não só em Brasília, mas em todo o país. E faltam engenheiros civis, elétricos..
Mesmo pela oferta do governo de tantos cargos, a questão é muito mais cultural.
A aversão por matérias que utilizam cálculos é algo enraizado desde as primeiras séries de nossas crianças. Os futuros profissionais aprendem desde cedo a "odiar a matemática".
É nítido em comportamento e dados. Se a média dos alunos em gramática é baixa, o de matemática é pífio, principalmente em relação a outros países.
O salário para um engenheiro? Altíssimo, principalmente pela pouca oferta de profissionais que são jogados por ano no mercado. As construtoras precisam aproveitar e pescá-los, pois a safra é escassa.
O país precisa de uma remodelação de ensino e um incentivo às áreas tecnológicas, não se pode ficar para trás em tempos tão acelerados, pois o sucesso e o fracasso estão sempre próximos, basta caminhar na direção certa.
Ano após ano são lançados editais de processos seletivos para diversos órgãos do governo que são fortemente concorridos por milhares de concurseiros de Brasília e de todo país.
Geralmente nas provas é cobrada algumas noções de direito, seja constitucional, econômico entre tantos outros, o que faz com que muitos estudantes busquem as dezenas de faculdades de Direito espalhadas pela cidade.
É simples instituir esse curso, basta apenas divulgar a necessidade de professores, ter salas de aula e alguns poucos equipamentos para estudo. Um custo muito menor, por exemplo, para montar um curso de fisioterapia.
Logo, o curso de Direito na capital do Brasil se tornou apenas uma passagem para o funcionalismo público. Órgãos como a Polícia Federal exigem o diploma em Direito para o processo seletivo de Delegado, o que atrai e muito os concurseiros, principalmente pela remuneração oferecida.
Mas e os que não passam?Um caminho é a advocacia. Uma profissão antiga e nobre, mas muito incerta.
Mas o que realmente assusta é que, sobram advogados, juristas, consultores jurídicos não só em Brasília, mas em todo o país. E faltam engenheiros civis, elétricos..
Mesmo pela oferta do governo de tantos cargos, a questão é muito mais cultural.
A aversão por matérias que utilizam cálculos é algo enraizado desde as primeiras séries de nossas crianças. Os futuros profissionais aprendem desde cedo a "odiar a matemática".
É nítido em comportamento e dados. Se a média dos alunos em gramática é baixa, o de matemática é pífio, principalmente em relação a outros países.
O salário para um engenheiro? Altíssimo, principalmente pela pouca oferta de profissionais que são jogados por ano no mercado. As construtoras precisam aproveitar e pescá-los, pois a safra é escassa.
O país precisa de uma remodelação de ensino e um incentivo às áreas tecnológicas, não se pode ficar para trás em tempos tão acelerados, pois o sucesso e o fracasso estão sempre próximos, basta caminhar na direção certa.

