domingo, 1 de junho de 2008

Uma nova doença?


Ela sempre deve ter existido, embora esteja se manifestando com maior força no presente momento.Ataca homens e mulheres, geralmente jovens, o que nada impede de alguém um pouco mais experiente contraí-la.Os locais de contágio são inúmeros e a forma dele têm variações em atos comuns do nosso dia-a-dia.
Lendo, escutando um rádio, internet, escolas, universidades. Todos são ambientes e situações de risco, dependendo apenas do que é passado pra você.
Essa tal síndrome altera a forma de pensar, de se vestir, de onde ir, até de como se divertir.
Uma boa parcela de estudantes de Filosofia e Sociologia representam os quadros mais sérios. Nada contra tais matérias, contra sim quem as ensina, de modo deturpado.
São aversivos às idéias capitalistas, ao que se tornou popular e comum ao restante das pessoas. Se você falar que lê a Veja, eles disparam “Alienado!”.
Alguns adoram ostentar que leram obras e mais obras de sociólogos e por terem o hábito da leitura em um tal “nível intelectual”, se acham melhores do que o restante da sociedade, são “esclarecidos”
Essa síndrome, é a do pseudo-intelectualismo. Muito pior que a febre dos emos e mais recentemente dos “From Uk”.Adoram bandas ao estilo de Los Hermanos, não que a música feita por eles seja ruim, mas a maioria dos fãs delas são assim.
Algo que embrulha o estômago e ativa uma ponta de raiva de quem olha uma vítima da síndrome.
Cura? Com certeza há, e nem complicada é, porém depende da disposição do afetado. Se este que se diz tão esclarecido não quiser abrir seus olhos, não adiantará em nada.
Males modernos amigo, males modernos.

2 comentários:

Unknown disse...

A gente pode copiar o hitler e queimar todos eles. Tá, não.

Anônimo disse...

O que você tem contra os estudantes de sociologia e filosofia? São minhas matérias preferidas --'