Pegando um gancho em uma matéria da revista CartaCapital, em sua edição de 11 de fevereiro de dois mil e oito, levantam-se alguns questionamentos sobre a defesa de Israel sobre os supostos( e prováveis) crimes de guerra praticados em Gaza, o que possibilita o TPI(Tribunal Penal Internacional) a indiciar o Estado de Israel de crimes de guerra.
Durante os dias de massacre(sim, foi isso mesmo), Israel ignorou todas as cartas de petição de pausa nos ataques, que não passavam de apelos por paz. Contando com um dos exércitos mais poderosos do mundo e sem a presença dos Estados Unidos nesses pedidos, foram apelos ao vento.
O que deve ser entendido são duas coisas marcantes: A primeira é de que Israel, assim como vários países islâmicos, governa com a Torá(Lei). Mesmo com habitantes com religiões diferentes, o Estado pode ser classificado como um país judeu.
O segundo ponto se desenrola no "trauma" sofrido pelos judeus durante o Holocausto nazista no alto da Segunda Guerra Mundial. Ficam claro traços de que mesmo após mais de 60 anos depois do fim do conflito, ainda restam feridas no orgulho do povo israelita.
Tudo isso para um problema de pura e simples interpretação: Os judeus usam o antissemitismo como proteção. Pode parecer absurdo, depois de décadas. Mas sim, usam deste (triste) fato para se defenderem.
Funciona da seguinte maneira: Judeus de todo o mundo recebem hostilizações de ateus, cristãos e principalmente muçulmanos. Em contrapartida usam dessa perseguição para acusá-los de antissemitismo, de praticar o que foi um horror de guerra. O que beira um certo coitadismo.
O que levam os judeus a uma leve contradição. Enquanto acusam terceiros de um "neo antissemitsmo", cometem verdadeiras barbáries em Gaza. Destruíram hospitais, escolas, residências...
Aniquilaram, em números divulgados, 1.300 palestinos. Dentre estes vários civis que nada tem com o Hamas. Além dos milheres de feridos e desabrigados.
Deve-se ter um bom senso de quando são feitas críticas ao comportamento israelita, não se trata de perseguição religiosa. Não se trata se acreditam em Javé, Jesus, Alá ou Buda. Trata-se apenas de questão humanitária, de crimes cometidos em território fora do território israelita que serão julgados a nível internacional.
Retornando o blog com essa postagem. A média será de cerca de 3 postagens por semana.
Durante os dias de massacre(sim, foi isso mesmo), Israel ignorou todas as cartas de petição de pausa nos ataques, que não passavam de apelos por paz. Contando com um dos exércitos mais poderosos do mundo e sem a presença dos Estados Unidos nesses pedidos, foram apelos ao vento.
O que deve ser entendido são duas coisas marcantes: A primeira é de que Israel, assim como vários países islâmicos, governa com a Torá(Lei). Mesmo com habitantes com religiões diferentes, o Estado pode ser classificado como um país judeu.
O segundo ponto se desenrola no "trauma" sofrido pelos judeus durante o Holocausto nazista no alto da Segunda Guerra Mundial. Ficam claro traços de que mesmo após mais de 60 anos depois do fim do conflito, ainda restam feridas no orgulho do povo israelita.
Tudo isso para um problema de pura e simples interpretação: Os judeus usam o antissemitismo como proteção. Pode parecer absurdo, depois de décadas. Mas sim, usam deste (triste) fato para se defenderem.
Funciona da seguinte maneira: Judeus de todo o mundo recebem hostilizações de ateus, cristãos e principalmente muçulmanos. Em contrapartida usam dessa perseguição para acusá-los de antissemitismo, de praticar o que foi um horror de guerra. O que beira um certo coitadismo.
O que levam os judeus a uma leve contradição. Enquanto acusam terceiros de um "neo antissemitsmo", cometem verdadeiras barbáries em Gaza. Destruíram hospitais, escolas, residências...
Aniquilaram, em números divulgados, 1.300 palestinos. Dentre estes vários civis que nada tem com o Hamas. Além dos milheres de feridos e desabrigados.
Deve-se ter um bom senso de quando são feitas críticas ao comportamento israelita, não se trata de perseguição religiosa. Não se trata se acreditam em Javé, Jesus, Alá ou Buda. Trata-se apenas de questão humanitária, de crimes cometidos em território fora do território israelita que serão julgados a nível internacional.
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